sábado, 19 de abril de 2014

PALMEIRAS, CAMPEÃO BRASILEIRO/1994

1994, 18 de dezembro. A segunda partida da fase final do campeonato brasileiro daquele ano, entre Corínthians e Palmeiras, no Pacaembu, terminou com um gol para cada lado. Mas três dias antes, em 15/12, o Palmeiras, como mandante [no mesmo estádio], havia vencido por 3 a 1. O somatório de resultados permitiu-lhe a conquista do título brasileiro de 1994, repetindo o feito do ano anterior.

O Palmeiras de Velloso, Cláudio, Antônio Carlos, Cléber, Wagner, César Sampaio, Flávio Conceição (Amaral), Mazinho, Edmundo (Tonhão), Evair e Rivaldo, treinado por Wanderley Luxemburgo, enfrentou o Corínthians de Ronaldo, Paulo Roberto, Gralak, Henrique, Branco, Zé Elias, Luisinho, Marcelinho Paulista, Souza (Tupãzinho), Marcelinho Carioca e Viola (Marques). O técnico era Jair Pereira.


Roberto Carlos, um dos principais ídolos do time, não jogou a segunda partida e, portanto, não saiu na foto do título.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

CRUZEIRINHO

O de Belo Horizonte, MG, é, com larga vantagem, o mais famoso e vitorioso dentre todos os seus homônimos. Seu prestígio nos induz a imaginar que a tradição e sucesso desse clube inspirou a criação dos outros que também ostentam o nome "Cruzeiro".

Mas o Cruzeiro Esporte Clube veio depois; depois de, pelo menos, um deles.

Do site do clube mineiro: "Em 1942, com a entrada do Brasil na 2ª Guerra Mundial, um decreto de lei do governo federal proibiu o uso de termos que remetem à Itália em entidades, instituições e estabelecimentos no Brasil. Com isso, o Clube precisou ser renomeado e o nome escolhido foi Cruzeiro Esporte Clube, em homenagem ao símbolo maior da pátria brasileira."

No futebol gaúcho temos um exemplo de "Cruzeiro" que nasceu primeiro.

Fundado em 14 de julho de 1913, o Esporte Clube Cruzeiro, de Porto Alegre, foi, durante décadas do século passado, a terceira força do futebol gaúcho, destacando-se também no atletismo, no vôlei e no basquete. Chamado de "Cruzeirinho" pela mídia esportiva gaúcha - termo que eu considero pejorativo ao invés de carinhoso, como querem dar a entender os que assim o denominam -, o Cruzeiro, de Porto Alegre - que agora é de Cachoeirinha, RS -, que eu saiba, é o pioneiro dos "Cruzeiros" do Brasil. "Cruzeirinhos" são as imitações.


Esporte Clube Cruzeiro
Estádio: Av. Ary Rosa Santos, Bairro Granja Esperança, Cachoeirinha, RS.
Secretaria: Rua Amapá 564, Bairro Ponta Porã, Cachoeirinha, RS - telefone (51) 3041-5220.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

O CASO DA CRIMEIA

Afinal, a Crimeia é de quem?

Por Sasha Yakovleva*, especial para Gazeta Russa

Crimeia. O mundo inteiro está acompanhando as notícias que passam em seu território. Rússia, Ucrânia, Ucrânia, Rússia… Alguém vai ter que vencer. Mas o que realmente sabemos sobre a península além do conflito atual?

Historicamente, a Crimeia tem pouco a ver com a cultura dos dois países que estão na disputa por suas terras. Na verdade, a península tem muito mais influência oriental do que eslava. Por séculos, suas cidades acolhiam mongóis, tártaros, turcos… Os russos chegaram só no século 18.
História da península
Em 1475, quando um exército otomano invadiu e dominou seu território, a Crimeia passou a ser uma base de apoio em guerras contra povos russos. Naquela época, moravam na península mais de 1 milhão de pessoas, entre eles cerca de 200 mil tártaros.
Em 1774, no final da Guerra Russo-Turca, quando o Império Otomano assinou o tratado Kuchuk Kainarji com o Império Russo, o canato da Crimeia [governo comandado por um cã, título dos imperadores mongóis, descendentes de Gengis Khan] se tornou independente, mas continuou sob influência russa.
Já em 1783, a imperatriz Caterina, assinou um manifesto que reivindicava a anexação completa da Crimeia ao Império Russo.

Após a Revolução de 1917, foi criada a República Autônoma Soviética e Socialista da Crimeia, em 1921.
No dia 19 de fevereiro de 1954, o governo da península foi transferido para a República Soviética da Ucrânia. Existem várias teorias sobre essa decisão. A primeira hipótese diz que Nikita Krushchev, líder soviético da época, participou da violenta repressão exercida por Josef Stalin na Ucrânia e, depois da morte do ditador soviético, não conseguiu lidar com o sentimento de culpa. Dar a Crimeia de presente para os ucranianos, portanto, seria um jeito de mascarar seus atos violentos.

A segunda hipótese, mais improvável, fala da influência da cultura ucraniana na vida de Krushchev, afinal sua esposa era ucraniana e ele também tinha paixão por samogon (bebida alcoólica caseira mais forte que a vodca) e canções do país. É estranho até de imaginar!

De acordo com uma terceira teoria, a junção ocorreu na época da comemoração dos 300 anos do Tratado de Pereyaslav, em 1954. O tratado foi um acordo feito em 1654 entre cossacos e o tsar russo Aleksei 1º. A ideia era fundir o território da Ucrânia com o Império Russo. Os cossacos pediram ao tsar proteção e prometeram servir ao império com dignidade. Segundo essa hipótese, Nikita Krushchev decidiu reunir a Rússia e a Ucrânia nessa mesma data, 300 anos depois, para repetir o ato de junção de dois povos-irmãos.

A última teoria revela que, na verdade, logo depois da Segunda Guerra Mundial, Stalin mandou para a Crimeia, destruída por bombardeios nazistas, russos de regiões nórdicas do país, com o intuito de reerguer a economia da península.
Para quem era acostumado com invernos rigorosos, ele prometeu mar, sol, jardins e vinícolas. Só que quando os russos chegaram à Crimeia, não viram nada disso, apenas destruição e casas abandonadas pelos tártaros. Nesse período do pós-guerra, a península não evoluiu - pelo contrário, decaiu muito. A Crimeia se tornou um lugar depressivo, onde as pessoas passavam fome e não tinham nenhuma qualidade de vida.

Mas foi só quando os habitantes do lugar começaram a exigir mudanças, que Krushchev decidiu tomar uma atitude. Após visitar a península em 1953 e ver a desgraça com os próprios olhos, ele marcou uma reunião em Kiev para discutir a transição do território para a Ucrânia, o país soviético com a maior população de agricultores. A Ucrânia produzia tanto trigo, vinho, melancias, milho e óleo de girassol, que abastecia, inclusive, países vizinhos. Esse teria sido o ponto fundamental para a salvação da Crimeia. Obviamente, na época não havia divisão politica nem geográfica entre os países. As terras só migravam de uma república soviética para outra.
Mas tudo ficava dentro de uma grande e poderosa União Soviética. Havia até uma propaganda do governo para seduzir trabalhadores ucranianos a irem à Crimeia, com promessa de altos salários.

Se essa última teoria é a verdadeira, o plano até que deu certo. Hoje, em 2014, o lugar tem o maior número de vinícolas na Ucrânia, e é muito procurado por turistas que buscam praias e belezas naturais.
Até agora, o destino da Crimeia é incerto. Fará parte da Rússia? Continuará na Ucrânia? Não sei nada disso, apenas quero que continue charmosa e atraente para os nativos e para os visitantes estrangeiros, independente de que lado estará.

* Sasha Yakovleva é uma jornalista nascida em Moscou. Aos 25 anos, já morou na Ucrânia, Alemanha e Inglaterra. É atualmente casada com um brasileiro e reside em São Paulo. Ela é fascinada por tudo que se relaciona com a cultura russa e de outros países da ex-União Soviética. A ideia do projeto www.feijoadatchaikovsky.com.br nasceu quando Sasha começou a perceber tantas coisas parecidas e diferentes entre as culturas russas e brasileiras, que vão desde comida, tradições de casamento e aniversário até modo de se vestir e gírias.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

OS BOLINHOS DO PAULO DA MARTA

UFPel, 04 de abril de 2014. Uma receita postada por uma amiga no Facebook durante a semana, serviu como incentivo e inspiração para a movimentação que resultou em um almoço comparável à performance dos melhores chefs de cuisine do mundo.

O trabalho foi até às 18:00 h, com pausa para descanso e almoço das 12 às 13:12 horas. Pois foi durante esse período que o chef  Paulo da Marta preparou os ingredientes, acrescidos de compostos de ervas finas e especiarias importadas da Itália, obtendo como produto principal duas dezenas de bolinhos de batata maiores do que uma granada de mão da II Guerra Mundial (vide fotos)




O efeito dos bolinhos foi retardar os reflexos dos degustadores, em função de precisarem de um maior fluxo de sangue em seus estômagos para jiboiar a iguaria.

O TERREMOTO DE VALDIVIA

1960, 22 de maio. Nesse dia ocorreu um dos tremores mais fortes já registrados no mundo, e que atingiu 9,5 graus na escala Richter. O fenômeno chegou com mais força na costa oeste da América do Sul, gerando um maremoto em três ondas sucessivas de 8, 10 e 20 metros de altura, respectivamente, que atingiram com força plena a cidade de Valdívia, no Chile, estendendo-se entre Talca [região do Maule] e Chiloé [região de Los Lagos], ou seja, mais de 800 Km ao longo da costa chilena, provocando a morte de, pelo menos, 2.000 pessoas.

O terremoto, com epicentro aproximado 39º S, 79º W, entre 35 e 60 Km de profundidade, também atingiu as costas do Japão, Hawaii, Filipinas, Estados Unidos e Austrália.

Ao todo pereceram cerca de 5.500 pessoas.

Para saber mais sobre o terremoto/maremoto de Valdívia, siga o link.
http://historiadevaldivia-chile.blogspot.com.br/2010/06/terremoto-maremoto-1960.html

quarta-feira, 19 de março de 2014

CAFUNÉ PARA LEÕES E TIGRES

Acariciar bichos selvagens pode ser perigoso, mas é permitido no zoológico Lujan, em Buenos Aires, Argentina.

O proprietário do ZOO, Jorge Alberto Semino diz que os leões e tigres são criados [em cativeiro] junto com cães durante três anos para que possam - será? - inibir seus instintos selvagens.

Riscos de ataques a humanos e transmissão de doenças [de parte a parte] não são descartados pelos especialistas e representantes de entidades de proteção de animais.

Fonte: BBC Brasil

segunda-feira, 17 de março de 2014

HOTEL PARA CERVEJEIROS

83.000 latas de cerveja [todas de marcas distintas] forram as paredes da Brewhouse Mountain Ecco-Inn, hotel construído por Jeff Lebo [com a ajuda de familiares e amigos], entre 1998 e 2001, para guardar sua preciosa coleção adquirida ao longo de 35 anos, e que é dividida em salas separadas por regiões geográficas como, por exemplo, "The Scandinavia Room", apresentada na foto nº 3, abaixo.
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Localizada nas Montanhas Conewago, em New Haven, Pennsylvania, USA, a meio caminho entre as cidades de Harrisburg e York, a casa tem 6.000 metros quadrados e, além do atrativo decorativo das tais latas de cerveja, oferece, em uma área de 4 hectares, passeios ao ar livre, atividades com esqui, snowboard, tirolesa, caiaque, observação de pássaros, trilhas para caminhadas, mountain bike, pesca e golfe.

P. - Se as latas de cerveja estão cheias?
R. - Eu não sei.

Fotos: Splash/All Over Press


RACISMO


por Valacir Marques Gonçalves*

O racismo está sendo discutido no país, ou melhor, no mundo do futebol... A presidenta deu apoio aos ofendidos, algumas punições foram anunciadas. Mas é bom não esquecer que o Brasil foi o último a abolir a escravidão na América. Quando isto aconteceu, foram queimados grande parte dos documentos relativos ao período, 300 anos de história foram destruídos para evitar a terrível lembrança... Uma pergunta pode ser feita. Será que os documentos não foram destruídos para evitar a produção de ações indenizatórias contra os atos desumanos cometidos? As recentes demonstrações de racismo ajudam a entender por que o país resistiu a libertar os escravos, por que os documentos relativos ao período foram destruídos.

Olho isso e lembro o filme ganhador do Oscar nos Estados Unidos, “12 Anos de Escravidão”. Como disse alguém, o filme é uma prestação de serviço às pessoas que estão vivas e às que ainda irão nascer. Dirigido pelo negro Steve Mc Queen, e produzido pelo incensado Brad Pitt, ele foca um episódio acontecido no país. Fui ao cinema e saí impactado com a crueldade mostrada, pela maneira que o fato foi abordado, e pelo notável desempenho dos atores. Um filme como esse faz a humanidade pensar. Ele não deixa ninguém esquecer o que aconteceu. Pesado, forte, as pessoas saem impactadas, prontas a lutar, a protestar contra qualquer tipo de racismo no mundo.

Quanto ao Brasil, um país que resiste a libertar escravos e queima documentos sobre a época, não pode ficar só no discurso e em demagógicas ações de solidariedade, precisa fazer mais. O Brasil também merece um filme dirigido e produzido por artistas e intelectuais que precisam sair da posição cômoda que ora ocupam - a discussão ficar restrita ao mundo do futebol é pouco.

Valacir

Valacir Marques Gonçalves. Gaúcho de Bagé. Policial federal aposentado. Bacharel em Jornalismo e Direito, com especialização em Cooperativismo e Jornalismo Sindical. Presidente da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Policiais Federais do Rio Grande do Sul. É sócio fundador do Sindicato dos Policiais Federais do mesmo estado onde foi um dos criadores e incentivadores do Jornal “Modus Operandi” e do site da entidade. Foi titular da “Coluna do Vala” no site da Federação Nacional dos Policiais Federais/FENAPEF. Tem textos publicados em vários sites destacando-se, entre outros: “Observatório da Imprensa”, “Consultor Jurídico”, da Associação Nacional dos Procuradores da República, da Associação dos Delegados de Polícia do Estado do Rio de Janeiro e da Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais. E-mail: vala1@uol.com.br

sexta-feira, 14 de março de 2014

O PLANO MARSHALL

Julho de 1947. Com o objetivo principal de controlar o avanço da influência comunista sobre a Europa, os Estados Unidos criaram o Plano Marshall, cujo nome faz jus ao seu principal mentor, o secretário de estado George Marshall. O plano previa a recuperação econômica dos países afetados pela guerra, recém terminada, cujos efeitos sobre eles ainda pairavam.

Todos os países sob influência socialista foram proibidos pelo secretário geral do partido comunista da URSS, Josef Stalin, de participar de um encontro realizado em julho de 1947, onde cerca de U$ 13.000.000 (U$ 135.000.000.000, em 2014) seriam destinados aos países que aderissem ao plano de reconstrução da Europa. Dos países comunistas, apenas a Iugoslávia, cujo líder nacionalista Josif Broz Tito não aceitava submeter seu país às garras da URSS, recebeu a ajuda norte-americana.
 Foto: W. AVERELL HARRIMAN COLLECTION/LIBRARY OF CONGRESS WASHINGTON. 


Assim, durante as décadas de 1950 e 1960, foi possível reconstruir cidades, recuperar e reorganizar a economia de Alemanha, Áustria, Bélgica e Luxemburgo, Dinamarca, França, Grécia, Irlanda, Islândia, Itália e Trieste, Noruega, Países Baixos, Portugal, Reino Unido, Suécia, Suíça e Turquia, além da Iugoslávia, e, dessa forma, fortalecer através de relações comerciais a hegemonia dos Estados Unidos sobre o mundo capitalista.

quarta-feira, 5 de março de 2014

MODELOS PARA PROPAGANDA

Carcóvia / Ucrânia, 1943. Bustos semi-destruídos de alguns políticos e líderes militares soviéticos, dentre eles o de Lenin, agrupados por soldados nazistas [da SS Totenkopf], para servirem de "modelos fotográficos" de propaganda de guerra.
Fonte: BISHOP, Chris; MCNAB, Chris. II Guerra Mundial. Campanhas Dia a Dia - Da Reação Soviética ao Nazismo e o Dia D. Vol. 2. Livros Escala, 2009.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                      

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

DEZ A ZERO

1977, 31 de julho. Pelo 1º turno do decagonal do Campeonato Gaúcho daquele ano, Grêmio FBPA e EC Pelotas se enfrentaram no Estádio Olímpico, em Porto Alegre, na 6ª rodada.
O Grêmio vinha de um empate de zero a zero, em casa, contra o EC Juventude; o Pelotas, nessa fase do campeonato, ainda não havia vencido. Vinha de um empate em zero a zero, no clássico Bra-Pel.
Entrevero na área do EC Pelotas.
 Aqui, o goleiro Leomar, salvaguardado por todos os seus jogadores de defesa, já dominou o lance.

Apesar da fraca campanha do auri-cerúleo, ninguém esperava que no campo encharcado do Olímpico a diferença técnica entre os dois times ficasse tão evidente.
Carlos André Avelino de Lima - o André Catimba (Grêmio) - e Clarísio Darci Hoerlle - o Darci Munique (Pelotas) - dividem o lance. Vantagem para ninguém.

Pelas ondas de uma das rádios de Porto Alegre, acompanhamos, em casa, incrédulos, a marcha do tempo e do placar. Quando o Grêmio chegou ao sétimo gol, antes dos 30 minutos do segundo tempo, pensei, entusiasmado: No ritmo que vai, não duvido que faça uns dez gols!
E assim, de fato, aconteceu.

GRÊMIO FBPA 10 x 0 EC PELOTAS

Data: 31 de julho de 1977
Local: Porto Alegre / RS
Competição: Campeonato Gaúcho de 1977
Renda: Cr$ 142.619,00
Árbitro: Luís Torres

Grêmio: Corbo; Eurico, Ancheta, Oberdan (Vilson) e Ladinho; Vitor Hugo, Tadeu e Iúra; Tarciso, André (Alcindo) e Éder.

Pelotas: Leomar; Vinhas, Darci Munique, Fernando (Paulo Vieira) e Cito; Sílvio Vieira, Édson (Mortosa) e Flávio Correia; Francisco, Tião Abatiá e Jorge Luís.

Gols: 1º tempo - Eurico aos 3 min., Éder aos 35 min., Ancheta aos 43 min.; 2º tempo - Iúra aos 4 min., Tarciso aos 12 min.,

Alcindo aos 25 min., Éder aos 29 min., Iúra aos 38 min., Éder aos 42 min. e Alcindo aos 44 min.

Saiba deste jogo mais detalhes em
http://gremio1983.blogspot.com.br/2012/07/1977-gauchao-gremio-10-x-0-pelotas.html

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

A BRUXA CANADENSE

Observando-se o registro fotográfico, logo abaixo, não é possível imaginar que estas simpáticas modelos formam, na verdade, a melhor equipe [feminina] de curling do mundo.
Foto: Janzen Photography

Jennifer Jones, Dawn McEwen, Kaitlyn Lawes e Jill Officer, representantes do Canadá, disputaram [e venceram] o torneio de curling nas Olimpíadas de Inverno / 2014, em Sochi / Rússia. A final foi contra a forte equipe da Suécia, que tivera mais sorte do que juízo na semi-final contra a Suíça.
Dawn McEwen,  Jennifer Jones, Kaitlyn Lawes e Jill Officer  ensaiam uma estratégia durante um jogo do torneio Roar of the Rings, em Winnipeg - Dezembro/2013.
Foto: John Woods / The Canadian Press

Na semi-final contra a Grã-Bretanha Jennifer Jones fez uma jogada "impossível" que contribuiu muito para a vitória do Canadá. Naquele momento, observando seu modo de olhar e sua concentração, eu a chamei de "a bruxa canadense", não com intenções pejorativas e nem imaginando que o termo "bruxa" se devesse à vassoura que todos os jogadores de curling utilizam nos jogos, mas pensando em Jennifer como alguém capaz de usar a mágica e [quiçáz] o hipnotismo para dar vazão ao seu talento como jogadora. De imediato concluí: "Com esta jogadora, este time é imbatível!".
Aqui, Jennifer Jones, a bruxa canadense, lança uma pedra no jogo contra a Suíça, em 13/02/2014, sob a vigilância e frenética atividade de varredura das companheiras Jill Officer e Dawn McEwen.
Kaitlyn Lawes [que não aparece] aguarda no fundo da quadra - onde a vassoura também vai entrar em ação - a chegada da pedra.
Foto: (AP / Robert F. Bukaty)

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

CARRINHOS-DE-BEBÊ PARA LEVAR CARVÃO

Londres, fevereiro de 1947. A guerra na Europa tinha terminado há quase dois anos, e os bombardeios nazistas sobre Londres há quase seis. Mas o efeito das bombas sobre os edifícios ainda era aparente.

Enquanto isso, as famílias londrinas, especialmente as donas-de-casa, enfrentavam algumas dificuldades de abastecimento às suas residências. A escassez do carvão, usado para aquecimento das casas, entre outras finalidades, era uma forte evidência de que nem tudo estava assim tão tranqüilo nos anos imediatos do pós-guerra.
A imagem, acima, nos dá uma ideia do sacrifício experimentado pela população de Londres para obter algumas libras de carvão. Os carrinhos-de-bebê, do registro fotográfico obtido por Harry Todd, não eram para os bebês; eram para armazenar o carvão.

Foto Harry Todd/Fox Photos/Getty Images


segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

AUSCHWITZ, HÁ 69 ANOS

1945, 27 de janeiro.  Há, exatos, 69 anos o Exército Vermelho libertou cerca de 8.000 judeus do campo de extermínio de Auschwitz, local onde foram mortas, pelo menos, um milhão de pessoas.

Mais de 65.000 prisioneiros desse campo tinham sido, dias antes, evacuados pelos alemães para outros campos. O objetivo era apagar, como pudessem, os vestígios do Holocausto antes da chegada dos soviéticos. Quem não estivesse em condições de marchar, ou fraquejasse ao longo do caminho, era fuzilado. Milhares de prisioneiros judeus não viram a libertação chegar.

Instalado a 60 Km de distância da cidade polonesa de Cracóvia, Auschwitz-Birkenau foi concebido inicialmente, em 1940, para ser um centro de presos políticos, mas em seguida o campo começou a ser utilizado para receber os prisioneiros judeus.

Em 1942, os comandos da SS (Schutzstaffel) instituíram as câmaras de gás que utilizavam um gás altamente tóxico chamado de Zyklon B, antes usado contra a infestação de ratos em navios. Em contato com o ar a substância desenvolvia gases que matavam em poucos minutos. Os corpos eram incinerados em enormes crematórios.
Atribuir a um milagre a sobrevivência de quaisquer um dos que lá estiveram presos, sob os maus tratos e abusos cometidos pelos nazistas, não é exagero.
Fonte Deutsche Welle
Imagem http://www.immigrant-press.ru/wp-content/uploads/2012/01/osventsim1.jpg

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

UM NEGÓCIO BAGUAL ENVOLVENDO O BA-GUA

O conteúdo desta postagem veio por E-mail, de Santa Maria, RS, e é proibida para menores de 16 anos.
A modelo da foto é Catie Minx, e este é o único registro fotográfico do tipo "bem comportado" da referida jovem, que foi possível obter.
O Século XX

Um negócio Bagual envolvendo o Ba-Guá
Por Werner Beck

Ofício Circular para o Alto Comando

Desde a primeira vez que Batman esteve em Bagé, num mutirão de combate ao contrabando de ovos de garnizé que envolveu também a CIA, a KGB, o Mossad, a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro e a Policia Caminera Uruguaia, este mostrou interesse em investir e morar na cidade.

As Indústrias do Bruce Wayne iriam se instalar na região metropolitana, ali por São Domingos, perto da BR 293, que facilitaria o comércio com Dom Pedrito, Lavras do Sul e Pinheiro Machado no Brasil e Melo e Rivera, no Uruguay. Só que deu atrito com a Intendência Municipal, primeiro que não foram encontradas cavernas no pampa bageense no porte desejado por Batman (dois hectares sem infiltrações) para fazer a Bat-Bagé-Caverna e, a gota de água da caganeira toda, foi que ele resolveu patrocinar só o GEB (Grêmio Esportivo Bagé) e o Intendente era Guarany dos quatro costados.

O "quase" acordo terminou de vez quando foram apresentados os biquinis do Bagé-Batman.

Batman foi preso por atentado à torcida alvirubra, pendurado pelos pés por bancar o morcego e o próprio Intendente deu-lhe uns choques elétricos até murchar as orelhas da máscara. Depois de dois meses foi solto por conta de um acordo entre Gotham e Bagé City mediado por Artigas. Bombeia aí como eram os modelos dos Bikinis-Batman-Bagé (BBB).


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

PALEOTOCA

Olhando para a imagem, abaixo, sugere-se imaginar assim a manchete de um jornal hipotético:
"MULHER APANHA DO MARIDO E FICA COM O ROSTO DEFORMADO".

Mas o registro fotográfico é referente a uma reportagem do jornal Zero Hora, de Porto Alegre, RS e, na verdade, não é de um rosto. Confira, abaixo.





quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

MOMENTOS DO FUTEBOL / 2013

As imagens não são assim tão boas nítidas, mas servem para demonstrar que nem só de glamour vive o futebol, mesmo aquele desenvolvido em nível de primeira divisão.
Como o tempo de exibição é muito longo (cerca de 27 minutos), creio que ninguém vai ter saco paciência para ver tudo de uma vez só. Mas o registro está feito.

Fonte http://www.youtube.com/user/GoalsHighlights2014

sábado, 28 de dezembro de 2013

LIBERDADE PROIBIDA

2011, 11 de março. Entra em vigor na França a lei que proíbe as mulheres muçulmanas de usarem a burca (véu que cobre todo o corpo) e o niqab (que deixa apenas os olhos descobertos) em locais públicos. O hiyab (que cobre só o cabelo) e o chador (que esconde todo o corpo e deixa o rosto exposto) não sofrem restrições.
A explicação oficial para a proibição é que os véus aumentam a discriminação e a opressão contra as mulheres e impedem a sua identificação. Mas a decisão é polêmica e causou protestos, principalmente, entre os seguidores do Islamismo (cerca de 8,6% da população francesa).

"O Século XX" acredita que o único objetivo da proibição é restringir possíveis facilidades para atividades terroristas, porque não tem sentido lógico - exceto se as mulheres que usam os tais véus, não os usam por vontade própria - impedir que as pessoas usem as vestes que melhor lhes aprouverem, uma vez que esses trajes não ofendem a moral e os bons costumes [do ocidente], apenas representam uma cultura religiosa em minoria no país da Liberté, Égalité et Fraternité.
cartoon Sergey Tunin

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

O CHURRASCO DO NuCaL / UFPel

Dezembro de 2013, sexta-feira 13. O dia, pela coincidência de datas, seria de mau agouro, mas..., certamente, porque a lua ainda não estava toda Cheia - só a meio caminho de chegar a esse ponto - o período foi de festa, e festa das boas.

Organizada pelo Paulo da Marta, o Clauber Fernandes, o Carlos Moacir, o Antônio Gilberto (Rato), o Volnei, o Gilmar (tio Pato), o Mauro e [até...] por mim, o evento - dá para dizer que foi um evento - teve até sorteio de brindes e - graças a Deus! - contou com a presença das gurias da Marinonio - as azuizinhas - que abrilhantaram a festa com beleza, charme e simpatia. Valeu, gurias, vocês são maravilhosas!

Aqui não aparecem todas as fotos, nem os filmes dos sorteios direcionados, primeiro para o público feminino, depois para a gurizada medonha.
Observação importante: Nos nossos sorteios não tivemos as chamadas "bolinhas geladas". No sorteio da Copa do Mundo parece que elas apareceram. Os italianos estão desconfiados, e nós também.

Quem, dos presentes na ocasião:
  • não apareceu nas fotos que estão aqui, e por causa disto ficou, de certa maneira, chateado, pode nos procurar e veremos se, em nossos arquivos, encontramos referências ou evidências [registradas em imagens] da sua passagem pelo local;
  • apareceu nas fotos e não queria aparecer para não se comprometer com alguém ou alguma coisa, também pode nos procurar, mas pedimos que [por favor] não venha armado(a) e nem parta para a agressão física. Xingar ou esbravejar, pode.
Nota: As fotos foram postadas fora da ordem cronológica dos acontecimentos, de propósito, mas sem intenções sensacionalistas, até porque não houve nenhum flagrante escandaloso.
Assadores a postos!
Seu Wilmar em desvio de função. Não construiu a churrasqueira, apenas assou a carne.



O DJ Alexandre (Cabeça) produziu a música da festa, e nem precisou usar toda a potência do seu equipamento.

Fase 1: Todos em comportamento exemplar.

Caramão, Gabriel, Gilmar e Antônio - os quatro fugindo do calor, antes da abertura dos trabalhos.

¿Mauro, quantos ovos de codorna têm aí dentro? Mais de 200?

As bem ajeitadas gurias da Marinonio: Mariana Leivas, Katia Dias e Paula Gasque.


Zezinho, Antônio Gilberto (de chapéu e sóbrio), Roni, Caramão, Marco Antônio e Betão Diaz (ex-Planservice).
Paulo da Marta, apresentando uma parte do resultado do trabalho.



Fase 2: Aparentemente sóbrios
A chefia também esteve presente: Gilson Porciúncula - Pró-Reitor de Infraestrutura; Gilberto Carvalho - Coordenador de Gestão da Manutenção.
Clauber Fernandes, com a camisa [preta] da seleção do México, nosso Mestre-de-Obras-Master, foi, junto com o Paulo da Marta, o principal regente do evento.

Aqui, ainda em estado normal,  nosso amigo Márcio (com a camisa azul do Lanterna Verde) vai chegando mais perto, enquanto o Julinei (de rosa-choque) parece que já se deu bem. 
É possível notar que não é uma reunião de trabalho, Clauber, Patrick e Moacir.

Poses para a foto em estados ligeiramente alterados. Zero álcool para o cara da camisa branca. 
Hora da boia.
Lisane, Clauber, Carlos Moa, Gustavo, Luís e Isaías
O DJ Alexandre começa a incrementar sua performance, a cerveja começa a fazer efeito e a turma começa a se desenvolver.


Aqui faltaram algumas fotos. Elas estão publicadas, logo abaixo, em "O CHURRASCO DO NuCaL / UFPel - parte II".
As filmagens do sorteio de brindes, que ficaram por conta do Leandro Henzel, já estão na nossa página do YouTube.

Obrigado a vocês todos.

O CHURRASCO DO NuCaL / UFPel - parte II

2013, 13 de dezembro. Esta é a Parte II das fotos de "O Churrasco do NuCaL". Os registros do sorteio de brindes - filmados pelo Leandro Henzel - estão na nossa página do YouTube.
 http://youtu.be/r0duWcDBQMA
Boia pronta

Lisane, Clauber, "O Século XX" e Carlos Moa.
Leandro Henzel, deitado em berço esplêndido.
Paulo César da Marta e Clauber Fernandes, acompanhados por uma bela, elegante e simpática amiga de todos nós.
Ensaio Geral I - Katia Dias (de azul e preto, no primeiro plano à esquerda) desenvolve seus primeiros passos. Mais tarde, embalada pelo calor da música, mostrou como se dança de verdade.
Ensaio Geral II - Mariana Leivas (de blusa clara) e Patrick mergulham suas emoções no forró. 
Ensaio Geral III - Não dá para ver a Cláudia, mas se o Gilmar (de vermelho) está no entrevero, deduzimos que a sua parceira de dança seja ela. 
Não é preparação para luta de Muay-Thai.
É o nosso DJ Cabeça, ensaiando seus passos de dança.
Uma parte do equipamento, pertencente ao DJ Alexandre, que animou a nossa festa.
Ensaio Geral IV - Gustavo Henzel (em primeiro plano, à direita) tenta aplicar um Ko-Uchi-Gari (golpe de judô) na Mariana Leivas. Ela se defende como pode.
Gurias da Marinonio II
Ensaio Geral V - Karla Dias (ao centro, no último plano) já começa a mostrar seu gingado sensacional.
Amostra correspondente a 1/20 avos do lixo reciclável arrecadado ao final do evento.
Nosso mestre Volnei demonstra como eram mantidas [à temperatura de consumo imediato] as peças de carne não imediatamente aproveitadas.
Estoque reserva de lenha, pronto para qualquer eventualidade. 
Paulo César da Marta observa o resultado da sua competência e dedicação na organização do evento.
E, quiçás, deve ter pensado: "Missão cumprida!"
Leandro Henzel - a primeira baixa da festa. Em seguida, foi reanimado pelos colegas e [quase] voltou ao normal.
Chegada triunfal do Tiago Bergman, já sem o capacete.
Ouvi dizer que [depois] a moto voltou para casa no piloto-automático.